Terça, 14 Agosto 2018

Cuida de tuas palavras para que não firam a ti mesmo

Cuida de tuas palavras para que não firam a ti mesmo

 

As palavras devem conter o que o próprio ser contém: se for nobre, sua palavra será nobre e nunca, jamais, haverá de descender à deslealdade ou à falsidade; se for honrado, todas elas terão que ser honradas; se for culto, por sua vez serão cultas. Identifica-se assim, pela palavra, a qualidade moral de quem as pronuncia.

As pessoas inspiradas no bem utilizam, indubitavelmente, palavras de bondade, construtivas, estimulantes; as que estão inspiradas no mal o fazem respondendo a essa inspiração; as que atuam por irreflexão, por debilidade, etc., as que comumente se deixam arrastar por pensamentos dessa índole, emitem, em consequência, palavras que contém elementos contrários às normas de bem.

Quando se desconhece o valor das palavras, utiliza-se delas sem controle algum. Neste caso se acham, em geral, aqueles que não acusam nenhuma responsabilidade, ou que carecem de educação e cultura. E aqui, a sentença “Cuida de tuas palavras para que não firam a ti mesmo” recebe um alto significado, porquanto na maioria dos casos, as palavras ditas sem reflexão são causa de grandes contrariedades e infortúnios. Uma palavra ofensiva, por exemplo, expressa sob a sugestão de um momento de violência, termina quase sempre por causar maior dano a quem a disse do que a quem a escutou.

C.B.González Pecotche (RAUMSOL), criador da LOGOSOFIA, extraído da Revista Logosofia, Tomo III, pág. 222

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